Incapacidade e cidade inclusiva

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Como planejar a cidade de uma forma que oferece a todas as pessoas a igualdade no exercício de direitos humanos através do acesso ao espaço, aos serviços, às políticas e à comunidade?

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Como o digital pode favorecer a participação social de pessoas com incapacidade na “cidade da informação”?

Palestra apresentada no dia 15 de agosto de 2018 na Uninorte-Acre (Brasil).

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Para consultar o suporte da palestra: http://urlz.fr/7Abh

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Cidade inclusiva pelas pessoas com incapacidade?

Palestra incapacidade e cidade inclusiva

Como reduzir o isolamento de pessoas com incapacidade e adaptar/melhorar a qualidade de sua participação social por meio do exercício de seus direitos? Como tornar a cidade um espaço inclusivo?

Palestra “Incapacidade e cidade inclusiva” no dia /15/08/2018, de 19h às 21h, no auditório de Bloco E, na Uninorte-Acre.

 

Comunicação digital na rádio CBN Amazônia-RB

Falando com a Janequeli Silva da CBN Amazônia notícias em Rio Branco-Acre (Brasil) dos cursos da comunicação (interpessoal e digital) e da incapacidade e a cultura digital que vão acontecer em agosto e setembro de 2018 na Uninorte-Acre.

Para mais informações sobre os cursos:

  1. http://www.uninorteac.com.br/novo/cursos/index.php?tp=extensao&id=5743
  2. http://www.uninorteac.com.br/novo/cursos/index.php?tp=extensao&id=5744

 

Cultura digital e incapacidade no diálogo com jornal A Gazeta

Diálogo com Jocely Abreu do Jornal A Gazeta-Acre (Brasil) sobre a interação social, a cultura digital e o acompanhamento de pessoas com incapacidade.

Os temas serão abordados nos cursos de extensão (De interação face-a-face à rastreabilidade digital; Incapacidade, participação social e cultura digital) na Uninorte-Acre em agosto e setembro de 2018.

Comunicação digital e incapacidade nos cursos de extensão na Uninorte-Acre

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Hadi Saba Ayon (Ph.D. em Ciências da Informação e da Comunicação) realizará dois cursos na Uninorte-Acre em agosto e setembro de 2018 (a carga horária de cada um é de 40 horas).

  1. O primeiro curso “Da interação face-a-face à rastreabilidade digital” levantará a questão da comunicação e da identidade no ambiente digital e os desafios que o digital traz para a organização e a transmissão de conhecimento.

Acontece de 20 à 31 de agosto de 2018;

das 18:30 às 22:00.
Inscrição: http://www.uninorteac.com.br/novo/cursos/index.php?tp=extensao&id=5743

2. O segundo curso “Incapacidade, participação social e cultura digital” falará do processo de produção da incapacidade e de como a cultura digital pode favorecer a participação social de pessoas com incapacidade.

Acontece de 03 à 18 de setembro;

das 18:30 às 22:00.
Inscrição: http://www.uninorteac.com.br/novo/cursos/index.php?tp=extensao&id=5744

Digital, incapacidade e inclusão na Rádio Cidade

Discussão com Rose Freitas na Rádio Cidade em Rio Branco-Acre (Brasil) sobre os desafios da rastreabilidade digital e as novas formas de participar no ambiente digital.

Os temas serão abordados nos cursos de extensão (De interação face-a-face à rastreabilidade digital; Incapacidade, participação social e cultura digital) na Uninorte-Acre em agosto e setembro de 2018.

A gravação de áudio será colocada no blog em breve.

 

L’accompagnement des personnes ayant des incapacités psychiques en Indonésie : réagencer les traces numériques dans du storytelling et de l’archivage

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Alter 2018 Conference, Lille-France.

Comment rendre le numérique inclusif pour favoriser la pleine participation sociale des personnes ayant des incapacités psychiques ? Quel rôle pourrait-il jouer dans l’accompagnement ? On parle de l’incapacité psychique quand se manifeste chez une personne un dysfonctionnement de la personnalité caractérisé par des perturbations du comportement et de l’adaptation sociale (Zribi, Sarfati, 2008). La désorganisation marque la vie de cette personne quand l’incapacité interfère avec une série de compétences de bases. Les traces produites dans l’environnement numérique de déplacement, de parcours, d’aménagement et d’habitat (Merzeau, 2013), témoignent d’une nouvelle « habitude de vie » : l’éditorialisation. Cette dernière désigne l’ensemble des appareils techniques, des structures et des pratiques qui permettent la production et l’organisation d’un contenu sur le web. Dans une approche méthodologique qualitative, nous interviewons un groupe d’accompagnateurs dans un hôpital psychiatrique à Lawang en Indonésie sur la place du numérique dans la participation sociale. Le recueil de données s’est appuyé sur des entretiens semi-directifs et une observation participante. Le personnel interviewé souligne l’importance d’intégrer le numérique dans des activités d’accompagnement. Ses propositions se focalisent sur l’éducation au numérique, l’accès à l’information, les outils expressifs et les réseaux sociaux numériques. Nous proposons l’archivage numérique comme stratégie à deux objectifs : la réorganisation de la communication vis-à-vis de l’embrouillement du sujet, et l’élaboration du mémoire contre la mémoire « machinique » d’Internet (Merzeau, 2011). L’archivage numérique englobe toute pratique de sélection, d’annotation, de classement, d’indexation dans l’échange et le partage. Pour cette finalité nous suggérons l’usage de deux plateformes : WordPress et Storybird pour la production et le partage de contenus liées aux besoins et intérêts des personnes ayant des incapacités psychiques, à leurs droits et à leur accompagnement. Ainsi, le storytelling bien architecturé, organisé et archivé devient une réponse au désordre informationnel et mémoriel.

Accompanying people with psychiatric disabilities in Indonesia:
Rearranging digital traces in storytelling and archiving

 How can we make digital inclusive to promote a full social participation of people with psychiatric disabilities? What role could it play in accompaniment? Psychiatric disability designates personality dysfunction characterized by behavior and social adjustment perturbations (Zribi, Sarfati, 2008). The person suffers from organizational disruption when disability interferes with a variety of basic skills. In the digital environment, the least activity produces traces. Traces of navigation, of traveling, of planning and of housing (Merzeau, 2013) witness of a new life habit: the editorialization. This process designates all technical devices, structures and practices that allow the production and organization of content on the web (Vitali-Rosati, 2016). In a qualitative methodological approach, we interview a group of accompanists of schizophrenics in a psychiatric hospital in Lawang in Indonesia on the place of digital in social participation. The data collection was based on semi-structured interviews and participant observation. The staff interviewed emphasized the importance of integrating digital into accompaniment activities. His proposals focus on digital education, access to information, expressive tools and digital social networks. We propose digital archiving as a strategy with two objectives: the reorganization of the communication against the disorder of the subject, and the development of the memory against the “auto-memory” of the Internet (Merzeau, 2011). Digital archiving covers all practices of selecting, annotating, ranking and indexing in exchange and sharing. For this purpose we suggest the use of two platforms: WordPress and Storybird for the production and sharing of content related to the needs and interests of people with psychiatric disabilities, their rights and to their accompaniment. Thus, the well-organized and archived storytelling becomes an answer to informational and memorial disorders.

Cette présentation a eu lieu dans la 7ème Conférence annuelle d’Alter à l’Université Catholique à Lille (France) le 05 juillet 2018.

Pour consulter la présentation/To check the presentation : https://drive.google.com/open?id=1bNy1X_OIIePsQhmVkqflbkFYicr99aBC